Infelizmente, gambaiada, a internet vazou aqui de meu cafofo, e demorou muito tempo pra voltar. Mas, voltou, e com ela, eu vim também; para infelicidade de vocês, e para a felicidade de minhas inúmeras fãs, estou-me de volta pro meu aconchego.
Hoje, trago mais um tema pitoresco, doido de pedra – assim como eu mesmo. Daí num sei se tu vai gostar. Se quiser vazar do blog antes de começar, sinta-se à vontade, como se a decisão fosse sua, como se a mão fosse sua, e como se a internet fosse sua. Putz, sentiu a pressão pra você ficar aqui? Pois é, a culpa não é minha.
Seguinte, brawzolada: eu tenho mania de taça. Bicho, posso beber água, mas se eu ver uma taça na minha frente, eu boto a água nela e finjo mais que puta quando pensa ser princesa. É que as coisas tomam um gosto diferente quando estão lá…
Porque eu sou um eterno defensor que o copo influi no gosto das bebidas. Per exemplo, - para as pessoas que precisam de exemplos pra tudo –, o cara que bebe vinho num copo americano, não se sente completamente satisfeito com isso. Ele tem que beber na taça para que o vinho tenha o gosto característico.


